12 Frases soltas sobre o amor

por Aline Resende

O amor é tão complexo, né? É tão bonito, e ás vezes dói tanto. Mas é um assunto universal, a gente gosta não só de viver o amor, mas de falar sobre ele, de ler sobre ele e até mesmo, fazer piada sobre ele (sou graduada nisso).

Eu sempre gostei de falar e ler sobre o amor e sobre relacionamentos, mas, desde que voltei para a vida de soleira há mais de 1 ano, eu tenho aproveitado as histórias e experiências que eu tenho vivido para escrever mais sobre isso, discutir esse assunto com os amigos e, bem… rir de mim mesma, principalmente das minhas próprias confusões.

Uma das coisas que passei a fazer, foi anotar frases que vêem a minha cabeça em alguns momentos. Algumas eu solto em alguma conversa, outras eu nem digo em voz alta. Mas elas se repetem na minha mente. E, a compilação delas está aí: Divirtam-se com isso, eu sei que vocês adoram : )

 

1- Uns querem tanto, outros tão pouco.

emma

 

2-Talvez o amor seja dar uma chance à alguém que nunca desistiu de você.

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3 – Vida de solteiro é como jogo de tabuleiro, quando você acha que está chegando ao final, cai numa casa que diz “você caiu numa cilada, volte 6 casas e comece de novo”

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4- Desde quando você passou a ser a pessoa que só espera? (Eu fazendo essa pergunta à mim mesma)

espera

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5- Eu estou TÃO cansada.

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6-Nada justifica essa maldita falta de reciprocidade

Porque os Homens Somem

 

7-Eu estou EXAUSTA.

jane

 

8-Eu estou gostando tanto dele que tenho vontade de bater com a cara na parede.

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9- Por que diabos eu fui começar isso?

june

 

 

10-As pessoas andam me perguntando como eu perdi tanto peso – a verdade é que basicamente eu sofri por amor.  Não existe dieta melhor.

Marlyn

 

 

11- Acho que perdi alguma coisa. Ah sim, foi meu interesse. 

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E para não terminar essa série com tanto sofrimento, vai a última aí a última mais otimista e feliz:

 

12-Tem hora que a gente precisa dar uma chance para o amor. Deixar que cuidem da gente, deixar que conquistem a gente…Por que não?

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É o que eu sempre digo, a vida é mesmo uma grande história.

See you next!

O silêncio cortante da depressão

por Aline Resende

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Pensei muito antes de fazer esse texto. Há meses venho querendo escrever sobre isso, mas várias coisas me impediam de começar. Uma delas era a vergonha de falar sobre isso. É bizarro como a gente tem um estigma negativo sobre a depressão. A gente não tem vergonha de falar que sofre de uma doença no fígado, mas se sente completamente envergonhado de contar que sofre de uma doença mental. O cérebro, assim como os rins, o intestino ou qualquer outro órgão faz parte do nosso organismo e pode ficar doente. A gente não escolhe isso. A gente não escolhe ter um problema nos rins, e o mesmo vale para a depressão.

Antes de ter dito um episódio de depressão no ano passado, eu também achava que era algo controlável. Eu sinceramente achava que nunca aconteceria comigo. Eu sempre fui uma pessoa alegre, de bem com a vida, positiva. Eu não tinha noção de que depressão pode atacar qualquer pessoa. Mesmo tendo um histórico de depressão na família, eu me sentia inatingível.

No começo de ano de 2014, eu comecei a sentir os primeiros sinais da doença, sem fazer ideia do que era. Eu não estava trabalhando, eu estava estudando design de interiores de manhã, e me sentia absurdamente cansada o dia todo. Eu que sempre tive dificuldade de ter sono a noite, comecei a sentir muito sono o tempo todo…de manhã, de tarde e de noite. E meu corpo estava sempre cansado, mesmo eu não fazendo nenhum esforço além de frequentar as aulas e estudar em casa.

Eu fui começando a ter pânico de conversar com as pessoas. Eu dava carona para duas amigas no final da aula e comecei a inventar desculpas e fugir delas porque eu ficava em pânico por ter que conversar com pessoas no caminho de volta para casa. Isso se estendeu à minha vida social como um todo. Eu não queria encontrar com as pessoas, não queria conversar e definitivamente, não queria falar sobre mim.

As aulas se transformaram em uma tortura pra mim. Eu ia para o banheiro chorar nos intervalos. Queria trancar o curso e tinha pavor de pensar em como contar isso para meus pais. Eu, que sou formada em direito e não quis seguir a carreira jurídica, me culpava por não estar interessada em outra área profissional. Eu me sentia um fracasso e tinha medo que meus pais enxergassem esse fracasso em mim. Aquilo tomou conta da minha mente como uma tortura doentia. Eu só conseguia pensar em coisas negativas. O dia todo.

Encarei meus pais, tranquei o curso e o buraco ficou ainda mais fundo. Eu me sentia fraca para qualquer coisa, até mesmo para levantar da cama. Quando eu não estava dormindo, eu estava deitada na cama pensando em coisas negativas. Sair da cama era um esforço sobre humano pra mim. Eu não queria nem me sentar. Eu não queria ler, não queria ver filmes, não queria sair, não queria conversar, eu não queria sequer tomar banho.

Trocar de roupa era uma atividade terrível pra mim. Olhar no espelho era algo que passei a detestar fazer. Ter que sair na rua e trombar com pessoas parecia a pior tarefa do mundo.

Seguindo o pensamento de que ficar parada seria pior e me sentindo um lixo por não estar fazendo nada, acabei me candidatando a um trabalho temporário e consegui a vaga. Fui durante 1 semana e foram os piores dias da minha vida. Eu só queria sair correndo de lá e chorar. A hora não passava. E eu me sentia cansada e triste o tempo todo. Abandonei o trabalho e no dia em que fiz isso eu tive muito medo. Medo de contar aos meus pais e amigos sobre mais uma coisa que eu abandonava, medo de não conseguir fazer nada da vida, medo do que minha vida estava se tornando.

Depois disso, eu comecei a perceber que eu poderia estar com depressão. Admitir isso era doloroso e vergonhoso, até hoje eu tenho imensa dificuldade de pronunciar a palavra.

Minha mãe era contra buscar ajuda com o psiquiatra e me colocou na terapia. Tenho certeza que cada caso é um caso e a terapia ajuda diariamente muitas pessoas, mas, no meu caso, não ajudou. Minha mente estava doente. Hoje quando eu me lembro desses meses eu vejo uma outra pessoa. A minha mente doente tomou conta de mim de uma forma que, sem os medicamentos corretos, eu teria afundado ainda mais.

Foram dias completamente atípicos. Eu nunca tinha tido nenhum traço depressivo durante a vida (porque sim, muitas pessoas têm) e eu vivi uma situação que eu jamais imaginaria e que eu não tinha qualquer controle sobre ela.

Eu não me abri com praticamente ninguém sobre isso. Eu me sentia culpada e envergonhada. Um parente ficou sabendo e eu jamais vou me esquecer o que ele me disse:

“Você teve tudo que você quis na vida. Você é bonita, inteligente, amada. Você não tem nenhum motivo para ter depressão. Eu não aceito isso na nossa família. O que você precisa é preencher o seu tempo, nós vamos arrumar um trabalho para você”

Depois de ter escutado isso, eu piorei muito. Eu já me sentia culpada e depois de ouvir isso, meus pensamentos negativos ganharam mais força. Tenho certeza que meu parente disse isso com a melhor das intenções. Mas esse é o perigo. As pessoas não tem noção do que estão dizendo e podem piorar muito o estado do deprimido.

Quase sempre a depressão vem acompanhada de pensamentos sobre morte. É difícil falar sobre isso, mas é uma realidade. A gente pensa o tempo todo sobre isso e fica perigoso quando a gente começa a arquitetar sobre um plano de emergência que consiste em tirar a própria a vida, já que você tem absoluta certeza que ela está pesada demais para você carregar.

É por isso que eu escrevo esse texto e pretendo com ele, alertar as pessoas a tomarem muito cuidado ao lidar com uma pessoa deprimida. É preciso ter muito tato e cautela. É preciso se informar, se desconectar de seus pre-conceitos. O deprimido precisa de ajuda. Ele fica em silêncio, mas ele está precisando de socorro. E mesmo quando ele fala, mesmo quando ele alarda, escute! Escute porque o buraco existe e é escuro. Lá dentro a dor é real e pode matar. Não diminua a importância de uma doença como essa. Muitas vezes ela está sim ligada a fatos emocionais, mas a mente doente vai além do nosso controle. A gente pensa coisas absurdas que, na doença, fazem todo sentido. E é esse o perigo.

Eu tive a sorte te ter tido a ajuda de pessoas que me resgataram e lutaram incansavelmente pela minha melhora. Entre eles, meu pai, que me levou ao médico e teve muita sensibilidade para lidar com o momento que eu estava vivendo. E meu namorado na época, e hoje, ainda grande amigo, que me segurou nos momentos mais difíceis e lidou com a situação da forma mais amorosa e  carinhosa possível, cuidando de mim em todos os segundos do dia e me levantando diariamente.

O médico que me acompanhou tentou combinações diversas de medicamentos e me pediu que eu fosse ao seu consultório semanalmente, até que eu reagisse um pouco ao estado em que eu estava. Quando enfim os medicamentos deram respostas, eu tive uma melhora rápida. Todo esse processo durou uns 6 meses e, desde então, eu nunca mais tive recaídas. E eu sei que existem pessoas que demoram muito mais tempo para ter uma melhora e muitas passam a vida inteira lutando contra a doença com períodos bons e outros de fortes recaídas.

Eu sou muita grata por ter melhorado em um curto período de tempo e ter tido a oportunidade de recompor minha vida. Desde o momento em que eu comecei a melhorar, mudei muitas coisas no meu dia a dia que foram de suma importância no processo de melhora. Desde então, as coisas ficaram muito boas e tranquilas. Eu sei que a depressão é algo que pode voltar a qualquer momento, especialmente em momentos emocionalmente difíceis, mas eu tenho mais consciência e tranquilidade sobre isso. E diariamente, eu procuro estar com a mente saudável porque ela é uma máquina poderosa, e não é apenas o corpo que precisa de cuidados, lembrem-se de que a cabeça controla tudo. Cuide dela.

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As imagens são do fotografo Edward Honaker, que sofre de depressão e fez as fotos para retratar a doença e alertar sobre seus perigos.

Os 5 segredos das parisienses

por Aline Resende

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Tenho verdadeiro fascínio pela França e tudo que envolve sua história, aliás, principalmente pelas seus elementos históricos. Com certeza, em alguma outra vida eu já morei lá, ou estive envolvida de alguma forma. Antes de pisar em Paris pela primeira vez, eu já sonhava com detalhes de lá, memórias visuais que eu não poderia ter tido nessa vida, já que não tinha sequer conhecido o local. Sonhava, inclusive com nomes de ruas, que nunca tinha ouvido falar, mas de fato existiam. Deixando de lado minhas superstições e crenças, nessa matéria eu vou falar sobre o estilo de vida único das francesas, mais especificamente das parisienses.

Tema recorrente de livros – o estilo das parisienses é mesmo intrigante. Elas são super estilosas, magras, bonitas, sensuais à sua forma e, o melhor, aparentam não fazer nenhum esforço para isso. Ou seja, são muito naturais.

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Ao andar em Paris, nos deparamos com cenas típicas do dia a dia – francesas com seus mocassins, andando com jornal e um café na mão, graciosamente pelas ruas. Algumas passam de bicicleta com saias midi plissadas, parecendo um editorial de revista. É inspirador. Por isso, baseado no que eu já observei sobre as parisienses ao visitar a cidade e o que eu li no livro ” A Parisiense” guia de estilo de Ines de la Fressange, montei essa lista com 5 segredos que você precisa anotar no seu caderninho de inspirações. Vamos?

1- Use sapatinhos baixos, delicados e confortáveis

Eu me identifico muito com esse item, porque assim como as francesas, eu sou a favor do conforto. Esse é o lema das parisienses. Afinal de contas, quando a gente se sente bem, a gente se sente bonita. Portanto, elas usam e abusam de sapatilhas coloridas e rasteiras. Tudo com  muito bom gosto e estilo, claro.

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2 – Caminhe

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As parisienses não são fãs de academia. E são magras. Qual o segredo? Um deles é que elas caminham muito. Tudo bem que a cidade de Paris é um local propício para isso, mas, tente fazer isso na sua cidade. Caminhar até a padaria, não evitar escadas, ir apé até o supermercado, enfim – bater perna graciosamente por aí. O item 1 é complementar desse item já que, para caminhar é preciso estar calcando algo confortável.

3 – Coma bem e sem culpa 

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Outro importante segredo das francesas – para elas, a refeição é sagrada. Elas se deliciam com cada pedacinho do seu prato. E fazem questão de comer bem, e isso quer dizer comer comida de qualidade. Pratos frescos, bem feitos e saborosos. Nada de fast food ou junk food. Esse é outro item com o qual eu me identifico muito. Eu costumo brincar que “se for para engordar que seja com algo bom”. Escolha bem suas refeições. coma com calma e sem culpa. Garanto que o resultado é muito bom

4 – Monte seu look com personalidade 

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As francesas  adoram o hi-low – ou seja, elas escolhem alguma peça mais sofisticada, tipo uma bolsa e o restante fica por conta de peças simples, mas com personalidade. Elas sabem mesclar estilos e marcas diferentes como ninguém. Além disso, as francesas fogem de tudo que é exagerado e chamativo. Detestam brilhos e etiquetas. ” Uma parisiense não vai gastar muito para ter uma etiqueta à mostra. Quer ficar elegante e exige qualidade. Seu luxo? Uma marca que garanta o bom gosto sem ostentar o preço.”

5 – Use e faça o que te deixa feliz

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O maior segredo das parisienses ao andarem nas ruas com toda graciosidade e elegância é que elas se sentem bem com elas mesmas. Por isso, repito – use o que te faz sentir bem e confortável. Se você estiver se sentindo bonita, as pessoas também sentirão essa atmosfera naturalmente feliz. Faça o que você gosta, vista-se do jeito que você gosta e com um sorriso sincero, você vai brilhar como uma típica parisiense.

 Gostaram da lista? França, Paris e o estilo das francesas vão ser temas de outras matérias aqui. Oba!

Quotes, quotes, pra quê te quero?

por Aline Resende

Sabe quando você lê uma citação ou pensamento que mexe tanto com você que você pensa no assunto pelo resto do dia? “Meu Deus, isso foi escrito PARA MIM”. Ou então, algo que a gente lê se encaixa perfeitamente numa situação que a gente tá vivendo ou a ideia passada é algo que você precisava ter? Pois é! Para começar a semana pós feriado, reuni alguns quotes para inspirar, fazer refletir ou simplesmente te abrir um sorriso. Vamos?

 

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Não posso ser a mulher da sua vida, porque sou a mulher da minha.

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Nunca coloque a chave da sua felicidade no bolso de outra pessoa

 

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Minha vida. Minhas escolhas. Meus erros. Minhas lições. Não é da sua conta.

 

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Respeite-se o suficiente para tomar distância de qualquer pessoa ou qualquer coisa que não te serve mais, não te acrescenta mais ou não te faz feliz.

 

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Um dia, alguém vai entrar na sua vida e fazer você perceber porque nunca deu certo com mais ninguém.

 

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Não ter motivos para ficar é um bom motivo para partir.

 

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Eu amo perguntar as crianças o que elas querem ser quando crescer porque eu continuo buscando por ideias.

 

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Muita força e inspiração para esse começo de resto de semana!