5 ótimos livros que eu gostaria de mudar o título

por Aline Resende

Tenho muita aflição quando me deparo com um ótimo livro que possui um péssimo nome. É verdade que não se deve julgar um livro pela capa, mas, no sentido literal da expressão, devo dizer que a capa e o título contam muito na hora da escolha.

Nessa lista, enumero alguns livros que são muito bons, mas, para os quais eu daria títulos melhores. É importante dizer que estamos levando em consideração os títulos em português.

1- Retrato do meu coração =A história de Jeremy e Maggie

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Um ótimo romance histórico água com açúcar com pitadas de erotismo, na minha opinião, um dos melhores do gênero. O título, porém, me incomoda muito. Estou há algum tempo tentando encontrar outro adjetivo, mas, na falta de um melhor, o que posso dizer é que o título é mesmo brega. Aliás, dificilmente um título com a palavra “coração” é bom. Por isso daria o nome de “Jeremy e Maggie”. Achei que os nomes combinam de uma forma poética.

2- Ana e o Beijo Francês = O amor em Paris

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Meu livro preferido, definitivamente merecia um título melhor. Tudo bem que se trata de um romance juvenil, leve e sensível, mas, poxa, a história não pode ser definida como “Ana e o beijo francês. Não sei de onde a autora tirou essa ideia (o título tem o mesmo significado em inglês), o beijo é a parte menos relevante do livro. Portanto o novo título seria “O amor em Paris”, porque é disso que se trata essa história, do amor de Anna e Clark na cidade de Paris.

Obs: Eu trocaria essa capa também.

3- A Garota que você deixou para trás = O Retrato de Sophie Lefèvre

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Jojo Moyes é uma das minhas autoras preferidas pois tem o dom de escrever histórias profundas e sensíveis capazes de incitar reflexões e nos envolver de forma intensa com os personagens. Suas outras duas obras “A última carta de amor” e “Como eu era antes de você” são excelentes livros cujo os títulos eu não mudaria. Mas, não gosto da escolha de “A garota que você deixou para trás” porque eu o considero artificial e em desacordo com a profundidade da história. Não se trata de uma garota, mas de uma mulher forte, sofrida e até mesmo triste, que vive um drama doloroso causado pela guerra. O título também dá ideia de que a personagem foi abandonada pelo amado,uma ideia equivocada e superficial se comparada ao que realmente acontece na história. O novo título seria – “O Retrato de Sophie Lefèvre”, já que o mesmo, é o ponto principal para o desenrolar de todo o drama da obra.

4- Então, conheci minha irmã =  O diário de Shannon

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Lembro de estar numa sessão com um psicologo na qual ele me perguntou qual livro eu estava lendo. Respondi “Então conheci minha irmã” e imediatamente fiquei envergonhada. Sem querer pegar pesado, mas, com esse nome, a ideia transmitida foi “estou lendo um livro idiota” . Após, me escutar dizer o título do livro em voz alta, tive vontade de dizer “eu juro que o livro não é idiota”

Gente, não tem nem o que dizer sobre esse título, que escolha infeliz. Um título que começa com “então,” não tem como dar certo. Sem mais. Eu pensei em outras possibilidades, mas, acabei escolhendo como novo título ” O diário de Shannon”. É através do diário da irmã falecida cujo nome era Shannon, que a personagem principal irá encontrar um importante e sombrio segredo, capaz de mudar sua forma de ver o mundo. Ok, percebi que gosto muito de colocar o nome dos personagens no título. Seria uma forte tendência se eu fosse autora de livros. Aina bem que sou apenas palpiteira mesmo. Prometo melhorar minha criatividade na próxima.

5- Muito mais que uma princesa = O tratado

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 Peguei esse livro emprestado com indicação e por muito pouco não desisti de ler devido ao alto grau de infantilidade do título. Tudo bem, eu não posso exigir muito de títulos de romances juvenis, mas, poxa “Muito mais que uma princesa” extrapola o aceitável. O livro não é para crianças, tão-pouco para pré adolescentes já que ele tem partes bem picantes, portanto, vamos melhorar esse título aí, gente! Gastei toda minha massa encefálica para pensar em títulos para as 4 obras anteriores, por isso, não esperem muito de mim nesse quinto item. Mas para dar um ar um pouco mais adulto e sofisticado para a obra eu a intitularia de “O tratado”. A história se desenrola em torno de um tratado para conseguir um noivo para a personagem principal que é a filha bastarda de um monarca.

É isso, pessoal! Aposto que vocês também já tiveram vontade de trocar títulos ruins de bons livros. Ou será que esse loucura é só minha? De qualquer forma, foi bem divertido fazer essa lista.

Até breve!

Eleanor e Park

por Aline Resende

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Fechei a última página de Eleanor e Park. Corri os olhos em volta. Acabou mesmo? Não, não pode ter acabado. Eu preciso saber que eles vão ficar bem e protegidos até ficarem velhinhos. Eu preciso saber mais da história Eu preciso ler mais.

Há um tempo eu não me envolvia tanto com um livro e não conseguia imaginar tão claramente as cenas e personagens da minha mente. Quando o livro causa isso em mim, quer dizer que ele cumpriu seu papel com maestria.

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Confesso que torci o nariz no início, queria que a história fosse perfeitinha, com personagens padrões. Agora me sinto idiota. As melhores histórias são assim – imperfeitas, verossímeis, cruas.

Eleanor é trágica e real. É gordinha, veste roupas velhas, largas, usadas. Não por opção ou charme, mas porque vive uma realidade pobre. Muito pobre. Não é apenas roupa que falta em sua casa, comida também. Não é só comida e roupas, falta espaço adequado para ela e o 4 irmãos, falta dignidade. A mãe apanha do padrasto. Todos vivem em contato constante com o medo. O ambiente é caótico e abusivo.

Park é discreto. Tímido.Geek. Não tem o costume de fazer amizades e todos o conhecem como o garoto oriental. Sua mãe é coreana, seu pai um ex soldado que não aceita bem o fato do filho ser tão pequeno, discreto e “esquisito.”

Em certo ponto do livro, bem inicial, eu confesso – pensei “como diabos eu ficaria interessada nesses dois personagens?”

E aí eu me apaixonei .Foi quase uma mágica. Foi gradual e de repente, assim como a paixão simples e profundamente sincera de Eleanor e Park. Foi pela sinceridade e pureza do amor contrastando com a verdade dura da vida. Foi pela mudança de como passei a enxergar os dois personagens e do quanto eu torci para eles.

Puro, mas sensual. Geek, mas trágico. Punk Rock, mas romântico.

Eu definitivamente me apaixonei por Eleanor e Park.

Resenha do livro – Arrabal e a Noiva do Capitão

por Aline Resende

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É a primeira vez que leio um livro da Marisa Ferrari que é jornalista e pós graduada em filosofia antiga – o que lhe traz uma bagagem muito interessante para escrever histórias.

Eu tenho preferência por histórias de época e esse foi um dos motivos do livro ter me interessado.

Nesse conto que se passa na Nápoles de 1700, temos no centro do enredo os irmão gêmeos Giordano e Giuseppe (vocês também sentem vontade de dizer esses nomes em um italiano beeem puxado?). Apesar de gêmeos, os dois irmãos são bem diferentes entre si. Giuseppe, agora com o nome de Arrabal é um artista lindo e sonhador, que anda pelo mundo apresentando peças de teatro com sua trupe. Poesia, arte e liberdade são os pilares da sua vida. Já o honrado capitão Giordano é o destaque na tropa do Rei, temido e respeitado entre os soldados e também muito admirado por sua coragem, inteligencia e a seu instinto de liderança.

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Por trás da história de vida desse dois irmão, há um trágico acontecimento ocorrido quando ainda eram crianças que resultou numa marca que permanecerá na família por toda a vida. A linda e delicada Gioconda, mãe dos gêmeos, sofre há anos como uma doença mental ainda desconhecida na época, o que torna tudo ainda mais delicado e sombrio.

Em meio a conflitos territoriais da época, Arrabal segue em seu mundo de encanto, poesia e liberdade. Giordano, mesmo incomodado com a vida fútil e e de gastos  excessivos da corte, defende com honra e bravura o Rei e as terras Nápoles. Uma paixão incontrolável por uma mulher faz com que a paz existente entre a vida dos gêmeos chegue a fim. Luigia, uma nobre e linda garota está prometida para o capitão Giordano, mas, já se apaixonou por Arrabal. É nesse ponto que o triangulo amoroso irá descobrir que estão interligados por algo além do amor.

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Arlecchino, icônico personagem que Arrabal interpretava no teatro de rua.

O livro é bem escrito e possuí o encantador cenário de uma Nápoles antiga, com importantes elementos históricos e reflexões bonitas acerca da liberdade de sonhar. O final é surpreendente e os personagens podem ser visualizados com boa dose de doçura em sua natureza.

Preferia que Luigia fosse uma mulher com mais personalidade e mais encanto, já que ela arrebata o coração dos irmãos de forma tão fulminante.

Mas, no geral, recomendo a leitura.

Os 5 livros que indico e os 5 que não indico para leitura

por Aline Resende

Quem me conhece sabe que sou uma leitora voraz desde pequena. Leio livros inteiros, às vezes, em um dia e uma madrugada, por isso, quando o livro é muito bom, tenho problemas para parar de ler e acabo nem dormindo, louca para chegar na última página. E fico extremamente triste quando termina.

Esses dias, publiquei uma frase no instagram que dizia “Livros nos dão um lugar para ir quando precisamos permanecer onde estamos” e acredito que essa possa ser a melhor definição do que os livros representam para mim. Ao ler uma boa história, a gente passa a vivê-la e entra num mundo paralelo lindo que é o mundo da literatura.

Deixando um pouco de lado meu romantismo pela leitura, vamos ao que interessa – fiz uma lista dos 5 livros que indico e também dos 5 livros que eu não indico. Há algumas semanas, li um post na página do Indique um livro que trazia exatamente uma lista de livros não indicáveis para leitura e achei bem bacana, já que a gente costuma sempre fazer indicações do que ler. Porem, não queria começar uma seção sobre livros aqui sem mencionar coisas positivas também. Portanto, vamos à elas:

5 livros que indico para leitura:

1- Anna e o Beijo Francês de Stephanie Perkins 

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Anna e o Beijo Francês é um dos meus livros preferidos e foi o único que li mais de 2 vezes. Acho que já o reli umas 4 vezes. O que ele tem de tão especial? Não sei ao certo – uma história simples e doce que te prende de uma forma inexplicável. Trata-se de um romance juvenil e acredito que a história tem uma naturalidade encantadora. Todos nós poderíamos ter vivido a história de Anna em Paris na nossa juventude. Indico esse livro para todas as idades, mesmo para os adultos que queiram relembrar alguns dos comuns sentimentos da juventude.

2- Maria Antonieta, Biografia de autoria de Antonia Fraser

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Sou suspeita para indicar livros que se passam na França porque tenho verdadeiro fascínio pela história francesa, especialmente pela época da revolução. Talvez por isso, eu tenha me envolvido tanto com esse livro. Mas, a verdade é que todos deveriam ler a biografia de Maria Antonieta para entender melhor os motivos pelos quais ela foi vista com tanto ódio, entender até onde pode ir a maldade humana e como uma revolução tem o poder de criar perfeitamente um bode expiatório. O livro é denso e seco, contendo partes de extrema violência e que doem ao ser lidas porque foram reais. Um verdadeiro mergulho na monarquia francesa bem como na pré revolução que trouxe mudanças em todo cenário mundial.

3- Como eu era antes de você de Jojo Moyes

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Jojo Moyes é uma excelente autora e esse livro dela foi um sucesso por motivos justos, é uma história envolvente, bela e triste que nos remete a importantes reflexões. “Como eu era antes de você” traz um drama que fala muito sobre amor, preconceito e redenção. Os personagens principais passam por uma verdadeira e bonita transformação ao longo da história e acabam mudando um pouco da gente também ao entrar em contato com a narrativa.

4 – As Cronicas de Arthur de Bernard Corwell

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Para os fãs de livros de aventura e para quem gosta do fenômeno “Guerra dos tronos”  a trilogia de Rei Arthur é um prato cheio. A trilogia é composta por O Rei do Inverno, O Inimigo de Deus e Excalibur. As histórias são marcadas por aventura, romance, magia e a icônica saga do lendário Rei Arthur contada sob a ótica do talentoso Bernard Corwell. A história é narrada por Derfel um fiel companheiro de Arthur, que nos conquista de forma definitiva já no primeiro livro. Impossível desgrudar do livro e não se envolver nas aventuras vividas por Derfel. Esse é um livro que agrada a todo tipo de público, um dos melhores que já li na vida.

5 – O garoto no convés de John Boyne

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Essa é mais uma narrativa de aventura que tomou minhas noites e me fez perder o fôlego. No livro, nos deparamos com a história triste de um órfão de 14 anos que, para fugir da prisão, acaba embarcando num navio da marinha inglesa na função de criado de capitão. Nessa embarcação, o jovem John Jacob vai viver os dias mais difíceis e também os mais gloriosos de sua vida. Um drama com cenas extremamente fortes e tristes, mas também uma linda história de superação e aventura.

Agora vamos à lista negra. Lembrando que gosto é uma coisa mesmo muito pessoal, portanto, o que não é bom para mim, pode ser ótimo para você. Por isso, essa lista é baseada única e exclusivamente na minha opinião.

Os 5 livros que não indico para leitura: 

1- Amor fora de hora de Katarina Mazetti

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Não sei o que me levou a comprar esse livro, a verdade é que, quando vou a uma livraria, passo horas olhando livros e escolhendo os que me chamaram atenção. Eu gosto de experimentar coisas novas, mas romances são meus preferidos e sempre acabo com algum debaixo do braço. “Amor fora de hora” me fez acreditar que eu estaria levando um romance despretensioso e divertido. Não gosto de livros finos, e esse é um livro fino, apenas 174 páginas, porém, acabei levando pra casa. Não posso dizer que foi uma decepção porque eu nem esperava muito dele, mas achei o livro bem ruim e eu esperava que, pelo menos, fosse divertido. Não foi. Personagens fracos, história fraca, cheguei até a última página esperando que algo faria a história fazer algum sentindo, mas não… Acho que a ideia era mesmo que fosse um romance despretensioso e até uma narrativa no estilo alternativo, mas não colou.

2 – Fiquei com seu número de Sophie Kinsella

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Olho para “Fiquei com seu número” na minha prateleira de livros e não me lembro dos personagens, nem da história, só lembro que não gostei muito. Quando um livro não me traz lembranças é porque ele não me acrescentou nada e isso é um forte indício para mim  de que o livro não é bom. Na verdade, acho que esse livro não chega a ser ruim, só que ele está na minha lista de livros com histórias marcadas pela mesmice, que não acrescentam. O romance dos personagens começa quando Poppy Wyatt, típica americana com seus quase 30 anos, perde seu fabuloso anel de noivado e seu celular e, para tentar encontrar a jóia perdida, ela encontra um celular antigo e utiliza-o para se comunicar com pessoal do hotel onde o anel foi perdido. Acontece que o celular pertencia a secretária de um executivo workaholic que passa a ter que se comunicar com Poppy para reavê-lo e pegar todos os recados de compromissos profissionais marcados através desse número – que está com Poppy. Tive que ler o resumo do livro para me lembrar da história. Não lembrava nem o nome dos personagens e nem porque eles ficam juntos…Enfim, não indico.

3- Damas de Honra de Jane Costello

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Damas de honra segue exatamente a mesma linha de do item anterior. Não me lembro da história, nem dos personagens. Tenho certeza que comprei esse livro porque gostei da capa, podemos admitir que o desenho é lindo, certo? Ok, deixa eu ler o resumo para me lembrar da história. Ah sim, Evie Hart tem 27 anos e nunca se apaixonou, e é jornalista (momento desabafo: praticamente todas as personagens desses romances atuais são jornalistas, não aguento mais isso!) e bom… o que mais? Ela tem amigas que estão se casando e ela teme por todos os casamentos que ela tem pela frente como dama de honra. E ela acaba se apaixonando pelo convidado de uma das cerimonias. Não sei como eu não desconfiei com esse resumo que o livro não seria bom…Estou envergonhada, next.

4- Marina de Carlos Zafón

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Esse sim foi um livro que me decepcionou bastante porque eu esperava muito dele. Carlos Zafón é o autor de um dos meus livros preferidos “A sombra do vento” que poderia facilmente estar entre os 5 da lista de livros que indico para leitura. Por ter gostado tanto da escrita de Carlos Zafón em “A sombra do vento” e por Marina ser uma aventura aliada a romance e suspense, eu realmente coloquei muita expectativa. “Marina” é um romance em meio a uma história sombria e todo suspense durante a história não nos leva a uma resolução satisfatória, na minha opinião. O romance se faz triste e platônico e há um certo exagero na construção dos cenários e acontecimentos sombrios. Uma pena, os ingredientes da história são ótimos, mas, para mim, não funcionou bem.

5- Cinquenta tons de cinza de E.L James

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Falar de 50 tons de cinza é chover no molhado, eu sei. Acho que esse livro é  – ame ou odeie e sei que quem amou o livro, amou com todas as forças. Sinceramente, acho que é mesmo uma questão de gosto, entendo perfeitamente o fascínio que o livro causou ao trazer uma história picante, com erotismo e ao mesmo tempo muito romantismo. Li apenas o primeiro livro porque não me interessei pela continuação e isso é o mais alto indício de que o livro não me pegou. Achei a escrita ruim, muitas expressões repetitivas e cansativas como “a deusa interior” de Anastasia e o fato dela “enrubescer” o tempo todo. Além disso, a dose de exagero é alta, e nisso inclui o fato de Grey, ser milionário, lindo, charmoso, apaixonado, dedicado etc e etc. Talvez se ele fosse mais real, se ele não tivesse um helicóptero à sua espera fazendo-0 surgir em todos os lugares, em todos os momentos e uma coleção dos carros mais caros do mundo na garagem, eu tivesse tido mais simpatia com o personagem. As cenas de sexo são repetitivas e sempre começam e terminam da mesma forma, e os personagens ficam em torno da mesma questão o livro inteiro. Anastasia é tão morna, tão típica garota bonita que não sabe que é bonita , que vive se sentindo inferior e leva o coração do mocinho. Essa dobradinha é extremamente cansativa exatamente porque é repetitiva, só faltava Anastasia ser jornalista. Espera, ela não é jornalista mas começa o filme fazendo uma entrevista de jornal com Christian Grey. Assisti ao filme há uns dias e achei melhor que o livro porque eliminaram a maior parte dos diálogos cansativos do livro e melhoraram muito a personagem da Anastasia que tem mais voz e mais personalidade dando para entender melhor porque Grey se apaixona perdidamente por ela, porque no livro não dá para entender muito bem. Não me arrependo de ter lido o livro porque com todo o alvoroço causado, eu precisava ter minha própria opinião e respeito a opinião daqueles que gostaram do livro, como eu disse, é mesmo muito pessoal.

E então, concordam com a lista? Já pensou em fazer a sua? Achei bem divertido. Até a próxima!