Minas Trend – Verão 2018

por Aline Resende

Na minha última publicação, falei sobre desconectar-se e acho que acabei levando a sério demais. Fiquei vários dias sem postar aqui no CDR, mas, brincadeiras à parte, tivemos esses dias off por motivos de #trabalho. Muito trabalho de fotografia = várias horas de edição.

Entretanto, todavia, mas, porém – eu já estava com os dedinhos coçando para voltar à ativa por aqui.

Tenho muitas matérias para escrever, mas vou começar com o mais recente evento em que estive, e que já tem como tradição nossa cobertura por aqui. 

O Minas Trend aconteceu na semana passada, entre os dias 04 e 07 de abril e apresentou as tendências e criações para o verão 2018. 

Pude ver e fotografar os desfiles das marcas Lucas Magalhães, Bobstore, Unity 7, Manzan e Victordzenk. 

BOBSTORE foi toda black and White e suas variações. Cores clássicas com modelagens modernas e sensuais.  Teve leveza, transparência, estampas gráficas e muita elegância:

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UNITY 7 foi toda em Candy Colors e delicadeza. O corte tinha muito movimento, formas e 3 D: 

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Lucas Magalhães veio recortes modernos, pegada urbana, confortável e cool:

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O desfile da Manzan foi arrebatador do início ao fim. Pedraria, bordados, jeans e brilho, tudo numa cartela linda candy colors e em tons pastel: 

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Pra finalizar, Victordzenk apresentou uma coleção super moderna com pegada militarista e sensual – sim, isso foi possível. Cores vivas, fluorescência, tons neutros, preto e branco, bordados e transparência. Ao final de desfile, Preta Gil surgiu linda com vestido da coleção, cantou, colocou toda a plateia de pé e levantou a bandeira pela democratização da moda, representando a inserção de beleza real e a presença do GG na passarela:

As fotos são registros meus do backstage:

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Fotos: Aline Resende

Eco sustentabilidade para os Pets

por Aline Resende
Snoopy

Meu vira lata, Snoopy

Quem me acompanha pelo meu insta pessoal (sigam- me os bons! https://www.instagram.com/aline__r/) sabe que eu sou apaixonada pelo meu cachorro, o Snoopy e também por todos os cachorros do mundo. Aliás, convenhamos, os animais são seres especias demais, dotados de pureza, amor e lealdade. E nos fazem um bem danado!

Então, eu tô feliz da vida por compartilhar com vocês essa notícia em homenagem aos nossos tão amados pets:

 Design funcional e ecossustentável é diferencial de

nova linha de produtos pet

À frente da Eco Mobili Design, a empresária Debora Espírito Santo decidiu surpreender o mercado de design com uma linha inédita de produtos ecossustentáveis para cães e gatos. O projeto teve mentoria da Fundação Dom Cabral e o seu lançamento foi realizado em evento, no dia 04 de março, no Grande Hotel Ronaldo Fraga.

 Para a criação, os jovens designers Guilherme Criscoullo e Pedro de Castro se inspiraram no mascote da marca, o cão Tobias. A coleção foi batizada de “Tobias, o Tal” e possui 12 peças, que vão desde camas portáteis para cães a até acessórios ergonômicos para o passeio aéreo dos gatos.

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Madeira certificada  e de replantio é o principal material usado na criação dos produtos desta linha. As novidades também levam acabamentos à base de água, que permitem a impermeabilização da estrutura, a partir de substâncias que facilitam a higienização. A união entre design e ecossustentabilidade é o grande diferencial da coleção, que apresenta formatos práticos.

Deita Aki! semiaberto - Crédito Agência i7 (1)

 O comedor que vira uma maleta facilmente transportada, por exemplo, é uma das peças mais inovadoras. O interessante é que ele resolve o problema de esquecimento do recipiente de água ou de ração, quando o dono leva o pet para a casa de um amigo ou para o hotelzinho.

Deita Aki! expandido - Crédito Agência i7

 Outro destaque é a facilidade para o diálogo das peças com a decoração da residência, já que as linhas clássicas da coleção privilegiam o design mais apurado. Os vários acabamentos prometem mudar aquela história da caminha do cachorro que não combina com o estilo de nenhum dos ambientes da casa.

Deita na caminha! - Crédito Pedro Zorzall 2

MeditaCÃO - Crédito Crédito Pedro Zorzall (1)

 Vale ressaltar também que, ao preocupar-se com toda a cadeia de produção que a cerca, a Eco Mobili Design é um exemplo de negócio que atua dentro do conceito mais puro de impacto social positivo. Um bom exemplo disso é que sua fundadora Debora do Espírito Santo abre oportunidades para designers inexperientes terem seu primeiro desafio junto ao mercado. E eles participam de todo o processo, da ideia à execução, inclusive sendo ouvidos nas etapas de divulgação.

 Além disso, qualquer fornecedor passa por análise criteriosa de boas práticas que vão desde o respeito ao meio ambiente até a forma como tratam a equipe.

Outras informações podem ser obtidas por meio do site www.ecomobilidesign.com.br

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08 de março – Dia Internacional da Mulher

por Aline Resende

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8 de Março, Dia internacional da Mulher, data que muitos conhecem mas cujo significado muitos desconhecem.

A data é para ser lembrada como a luta feminina, um marco de conquistas realizadas a duras penas e que tiveram início com movimento feminista há muitos anos atrás: 

“O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.”

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 Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações. 

Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra – em um protesto conhecido como “Pão e Paz” – que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da mulher, apenas em 1921.

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Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

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“O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países”, explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas (Unicamp).”

Os trechos com as informações históricas foram retirados do novaescola.org.br

Agora que a gente já sabe a história por trás do dia 08 de Março, reparem o quanto são recentes essas tão importantes conquistas que hoje já consideramos como básicas para a dignidade feminina:

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O movimento feminista sempre gerou polêmica e incomodo, e hoje essa realidade não é diferente. Mesmo tendo pontos que você pode ser contra ou a favor, eu sempre digo que ,nós mulheres, devemos nos unir e não usar o feminismo para brigar uma com as outras. Pelo contrário, o feminismo deve ser um movimento de libertação e união, de juntar forças para conseguirmos ainda mais direitos e sermos livres para ser a mulher que quisermos. As bases do movimento são de libertação, empoderamento e união.

#NemUmaAmenos

#ARevoluçãoéFeminina

#TheFutureIsFemale

Sonzinho Bom – RIP George Michael

por Lívia Rios

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Muito do meu gosto musical vem de influências familiares, como citei aqui. Músicas dos anos 80 (e seus barangos sintetizadores ~que adoro~, risos ) sempre estiveram nas vitrolas, toca-fitas, e, posteriormente, cd-players da minha casa.

No último 25 de dezembro, como se 2016 já não tivesse sido conturbado o suficiente, enquanto muitos de nós ainda relaxávamos em família, no dia de natal, fomos surpreendidos com a notícia da morte de George Michael. Com apenas 53 anos, o ex-integrante do duo Wham!, que posteriormente em carreira solo se tornou uma estrela também por seus videoclipes, nos deixou. :(

A vida pessoal de George gerava manchetes em todo o mundo. Politizado, se posicionava contra a primeira ministra conservadora Margaret Thatcher, e, após se assumir como gay, no final dos anos 90, se tornou também uma voz em defesa da comunidade LGBT.

Não podendo ser diferente, a triste notícia levou o músico de volta à tona na mídia.
Portais do mundo inteiro destacaram o falecimento do músico em suas homepages, e, durante minhas leituras, senti a necessidade de compartilhar as palavras de Bernard Zuel, escritor de música do jornal australiano Sydney Morning Herald, sob a manchete: “George Michael morto: Uma estrela global que exigiu que o ouvíssemos sem preconceito” (referência aos álbuns do cantor de nome “Listen Without Prejudice – Vol 1 e 2”, Bernard escreveu que George Michael era uma estrela que, como Freddie Mercury, era um talismã para a comunidade gay, ainda excluída do centro da cultura. “Que se se tornou um campeão das lutas por liberdade e direitos, nem sempre oferecidos a essa comunidade”

????????

Sendo assim, não tenho dúvidas que George já deve ter sido muito bem recebido pelo igualmente lendário David Bowie, que também se despediu de nós nesse ano que passou, deixando um vazio na música pop. Já foi tarde, né, 2016?

Bem, para homenageá-lo, selecionei três das minhas canções favoritas, compostas e/ou interpretadas por ele.

Careless Whisper foi o primeiro single da carreira solo do cantor. O hit de 1984 atingiu o número 1 nas paradas de cerca de 25 países, e vendeu 6 milhões de cópias ao redor do mundo. Dona do inconfundível riff de saxofone, a canção embalou muitos romances dos anos 80, inclusive o dos meus pais!

A próxima canção, é de autoria de ninguém menos que Sir Elton John, em 1974..
Posteriormente, “Don’t let the sun go down on me” foi executada ao vivo numa versão dueto com o autor da canção e o homenageado desta coluna, quando em sua turnê “Cover to Cover”, George Michael convidou John para convidá-lo a cantar com ele na Wembley Arena, em Londres, em 23 de março de 1991. De arrepiar, essa versão:

Por último, “The Long and Winding Road”. A balada, composição de Paul McCartney, foi o último single lançado pelos Beatles, em 1970. Essa música, além da letra linda, é uma das melodias mais bonitas que conheço, e em 1999, George Michael nos presenteou, fazendo talvez o cover mais bonito e emocionante da canção. Também, com essa voz, já era de se esperar!

Ainda na vibração de começo de ano, não deixem de ouvir a clássica “Wake Me Up Before You Go-Go”, e que com ela venham boas energias para 2017. Por um ano novo com mais pessoas como George Michael, provocadoras e questionadoras. Descanse em paz, George!

Livia Rios

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Laicus – Pecados e Mentiras no Brasil Colonial

por Notícias

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M. Beraldo desponta como referência no gênero da fantasia com o romance Laicus – Pecados e Mentiras no Brasil Colonial

Editado pelo selo NotaTerapia, livro brinca com os limites entre fantasia e realidade ao fazer uma viagem pelo século XIX.

Uma série de mitos e forças locais começa a mexer com a cabeça de um homem e causa sérios impactos na sociedade em pleno Brasil colônia. Com esta premissa, o romance Laicus – Pecados e Mentiras no Brasil Colonial, primeiro lançado por J. M. Beraldo pela NotaTerapia Editora, mistura a História do Brasil com o melhor do terror e da fantasia. A partir de domingo (27), esta maravilhosa história estará ao seu alcance com apenas um clique.

O Rio de Janeiro do início do século XIX é cenário para a história de Bernardo, um ex-padre português. Pouco depois da chegada da Família Real Portuguesa, o nosso protagonista chega à cidade para cumprir uma missão um tanto quanto macabra para a rainha, que está fora de si. Obrigado a viver na cidade que não conhece, acaba esbarrando em uma conspiração de muitas décadas que o leva a conhecer o caldeirão cultural que mistura mitos europeus, indígenas e africanos.

Autor de Véu da Verdade (2005), Taikodom: Despertar (2008), Império de Diamante (2015) e Último Refúgio (2016), o escritor J. M. Bernardo vem se consolidando como um nome de referência para a nova geração que flerta com este universo, tendo inclusive sua última publicação na lista das quatro mais vendidas do gênero na Amazon. Laicus – Pecados e Mentiras no Brasil é fruto de uma intensa pesquisa sobre os tempos de Dom João VI associada a uma imensa capacidade de criação e boas doses de surpreendente criatividade. A história faz uma ponte entre ficção e realidade, contando sobre um período que nos é conhecido e, ao mesmo tempo, levando o leitor para mundos que ele nunca poderia imaginar.

“Estudar sobre a história de Portugal e sobre o Rio de 1810, passando pelos mitos da época, trouxe tantas possibilidades que muitas tiveram de ficar de fora do livro. As que restaram fizeram com que a história fosse melhor, bem amarrada a partir de uma teoria da conspiração com toques bastante realistas”, afirma o autor, que brinca com os limites entre a pesquisa e a criação: “Se tem uma coisa que eu aprendi estudando historiografia é que não existe verdade, porque a História é inventada”.

Laicus – Pecados e Mentiras no Brasil Colonial é uma obra para todos os públicos: para os amantes de história e da cultura brasileira, e, principalmente, para os amantes de terror, fantasia e tudo que envolve este misterioso mundo.

Sobre o autor:
J. M. Beraldo é um nômade carioca que ganha a vida como game designer. Tem contos nas revistas Scarium e Trasgo, e nas antologias Brinquedos Mortais (2012), Sagas 4 (2013), O outro lado da Cidade (2015), Piratas! (2015) e Samurai x Ninja (2015). Publicou os livros Véu da Verdade (2005), Taikodom: Despertar (2008), Império de Diamante (2015) e Último Refúgio (2016). Tem ideias demais e tempo de menos, mas jura que um dia coloca tudo para fora.

Texto: Nota Terapia

 Para comprar a obra

http://migre.me/vznv5


Laicus – Pecados e Mentiras no Brasil

1ª ed. – Rio de Janeiro: NotaTerapia Editora, 2016.

250 páginas

14 x 21 cm

ISBN 978-85-5996-185-0

Preço de capa: R$ 38,00

Mais informações

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