Vida com (c)alma

por Aline Resende

Hoje tem mais uma super colunista entrando para o time do CDR! Quem vai começar a dividir com a gente pensamentos, imagens e palavras é a Carol Rocha.

A Carol é social media, observadora nata, tem um olhar fotográfico apurado, é magicamente habilidosa com as mãos ( faz tricot, artesanato, origamis e é viciada em DIY), é apaixonada por moda e super criativa. Ufa. Cabô? Com certeza não. Ainda têm muitas habilidades e qualidades, mas vou deixar vocês descobrirem com o tempo.

Por aqui ela vai compartilhar com a gente sua busca por uma vida mais leve e desacelerada, a chamada “slow living” .Vamos?

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De tempos em tempos a vida pede um respiro. Pede pra gente parar, pensar e refletir sobre como agimos com relação à nós mesmos e consequentemente com o nosso entorno. 2016 tem sido um ano bem intenso, daqueles que faz a gente perder o fôlego de tanta informação.É um vai e vem de energia, que se a gente não para, a gente pira, literalmente. E você nota que chegou neste ponto quando já está transbordando de ansiedade e perdida dentro da sua própria vida. A cabeça pesa, o corpo dói e o desânimo toma conta de quase tudo. É nessa hora que eu comecei a colocar na balança o que está valendo ou não a pena. Estou passando por todos as áreas da minha vida, selecionando o que vai e o que fica. Não é fácil, é dolorido. E estou aprendendo da forma mais dura quando e onde depositar a minha preciosa energia. Afinal de contas é humanamente impossível ser e realizar tudo ao mesmo tempo.

O meu maior desafio está sendo criar a minha listinha de prioridades. Não porque é uma lista, aliás eu adoro elas, mas sim porque a disciplina nunca foi o meu forte. Entro numa confusão mental tão grande que perco o controle sobre mim. E isso, em momento nenhum é legal. Definir prioridades não é questão de preferir um ao outro, mas sim de trabalhar com a realidade em que eu vivo e não com idealizações. Atenção! Não é que eu vou parar de sonhar, só quero deixar de viver aquilo que ainda não é possível por N fatores. Entende? Não espero que este seja um processo natural, que vai acontecer do dia pra noite. Mas foi dando o “start” nele que a minha mudança interna começou.

E voltando pra minha listinha, decidi que a minha prioridade sou eu. Daí que surgiu a necessidade de buscar tudo aquilo que me faz bem, o que inclui experimentar novos sentimentos e sensações. Escrever faz parte deste grupo. E é aqui que esta coluna se encaixa: um diário semanal sobre estes resgates e descobertas. Durante este mês, me propus a fazer um detox geral, não só com relação aos meus hábitos alimentares (porque isso também se perdeu), como também de pessoas, sentimentos e energia. Quero um momento de renovação total para que 2017 venha com mais calma e alma. Não vou parar por aqui, como dito, este é só o começo. Quem vem comigo?

Carol Rocha

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Foto: Aline Prado

A kundalini Yoga

por Aline Resende

Yoga

 

Há 3 meses eu comecei a praticar 1 vez por semana a Kundalini Yoga, e tem me feito tão bem que fiz uma pesquisa para montar esse post e falar sobre essa prática:

“A Kundalini Yoga é uma ciência milenar sobre a arte de lidar com a expansão da consciência, acordando e fazendo subir a ENERGIA KUNDALINI pelo canal da espinha vertebral, atravessando e ativando os centros de energia denominados de chakras. Essa realização é feita misturando e unindo PRANA (energia cósmica) com APANA (energia de eliminação) gerando assim uma pressão que força a subida da kundalini através da coluna utilizando-se PRANAYAMAS (exercícios respiratórios), BHANDAS (contrações corporais), KRYIAS (jogos completos de exercícios) e utilizando-se ASANAS (posturas), MUDRAS (gesticulação com mãos, dedos ou braços) e MANTRAS (palavras cantadas).

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Esse conhecimento foi um segredo muito bem guardado, entregue pelo Guru a estudantes selecionados durante centenas de anos. De acordo com as escrituras yóguicas esta antiqüíssima ciência tem 7 mil anos. Os ensinamentos foram dados a conhecer somente aos iniciados em templos e monastérios da Índia, Nepal e Tibet. A Kundalini Yoga tem relação muito próxima ao Tantra, que também faz subir a energia Kundalini. Graças a Yogi Bhajan esse conhecimento foi tornado público para o ocidente.

Através da prática da Kundalini Yoga o ser humano pode unir sua consciência cotidiana à sua consciência superior, ou cósmica, de forma regular ou diária, praticando cuidadosamente uma seqüência de exercícios e meditações combinadas. Logo o estudante praticante percebe o movimento da energia dentro de si e ao redor do seu corpo e assim conscientemente, começa a direcionar esse fluxo energético para estimular e acordar os chakras.

Kundalini Yoga

A Kundalini Yoga é denominada Yoga da Consciência, suas práticas são dinâmicas, energizantes e objetivas. Fortalece, alonga, relaxa a musculatura e todo metabolismo. Aumenta a capacidade respiratória e o nível de vitalidade física e psíquica. Estimula a harmonia dos sistemas nervoso e glandular, sincronizando-os com a rede de meridianos, chakras e corpos energéticos. Propõe ainda um profundo mergulho na Meditação.”   Via kundalineyoga.com.br

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Como eu disse, eu faço a Kundalini Yoga 1 vez por semana, e além dela, pratico corrida e caminhada 4 vezes na semana. Eu conheci a Kundalini através da minha mãe, comecei a fazer as aulas e tenho tido resultados ótimos. Eu sempre saio da aula com o corpo e a mente em harmonia e energia renovada. Eu tenho tido mais consciência corporal e isso tem resultado numa melhora considerável da minha postura. As aulas são extremamente prazerosas, intercalam práticas de meditação com mantras cantados e posições de Yoga que além de trabalharem o corpo, trabalham mente e respiração.

Os instrutores convidam os praticantes a usarem vestimentas na cor branca e turbante na cabeça para ajudar ainda mais na passagem de energia e conexão com nossa consciente superior.

Eu faço minhas aulas com a Valéria no Centro de Kundalini Yoga Har Rai, em Belo Horizonte e recomendo DEMAIS. Se você se interessou pela prática e não é de BH, faça uma pequisa rápida no google e, provavelmente você saberá se existe algum centro na sua cidade.

Sat Nam!

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 Fotos: Reprodução

Geração Pugliesi

por Aline Resende

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Essa coisa de “geração” é algo curioso. E bem interessante. Acho que sou da geração y. Não sei o porquê da letra Y, se alguém puder me informar, ficarei grata, mas o fato é que também estou vivendo na geração Pugliesi. Explico.

Na época dos nossos pais, não existia essa onda fitness que tomou conta da nossa geração. Não existia isso de coaching, treino, dieta sem glúten e lactose e todo esse “whey lifestyle”. Bom, também não existiam as redes sociais que são responsáveis por virilizar toda essa onda.

Nossos pais, com seus vinte e poucos anos (ou tantos, como meu caso) eram esbeltos. Não eram como muitos jovens de hoje com toda essa cultura de culto aos músculos, barriga cortada e etc. Porém eram magros. E acho que isso se deve ao fato de que eles não tinham muitas facilidades que nós temos hoje. Minha mãe com minha idade, já era casada e tinha uma casa para cuidar. Trabalhava o dia todo, pegava ônibus, limpava a casa, cozinhava e ainda jogava peteca aos finais de semana. Não era nada comum frequentar restaurantes todos os finais de semana como a gente faz hoje.

Eu, com meus 27 anos, ainda estou solteira, moro com minha mãe e temos uma funcionária que ajuda na limpeza da casa. O que resta para mim? Eu trabalho, faço corrida diariamente, leio bastante e saio muito com minhas amigas. E o programa mais comum é sair para comer. Restaurantes, cafeterias, temakerias… é ali que a gente senta, papeia e come, claro. Todo pessoal da minha idade tem exatamente o mesmo hábito, a programação mais comum do final de semana é sair para comer. Os casais de namorados então, quase sempre escolhem esse programa. E com isso, acreditem, a gente petisca e come mais que nossos pais na nossa idade. Que, em quase todos os casos, já estavam casados, cuidando de casa, e tendo filhos.  Soma-se a isso, o fato de que ficamos bem mais tempo sentados na frente do computador, mexendo no celular ou vendo seriados no netflix. Portanto, thank god, existe toda essa onda fitness acontecendo. Do contrário, provavelmente todos nós estaríamos obesos e com exames alarmantes de colesterol. É claro que não podemos generalizar, as pessoas são diferentes e possuem hábitos diferentes. Eu falo da maioria, de uma tendência que é real entre nós jovens de hoje – ainda morarmos na casa dos nossos pais, frequentarmos restaurantes nos finais de semana e estarmos constantemente sentados conectados a um smartphone.

Do ponto de vista da saúde, é muito bom estarmos preocupados com o corpo, frequentando academias, grupos de crossfit e lojas de produtos naturais e orgânicos. Como eu já disse, as coisas acontecem mais tarde para gente. Estamos nos casando mais tarde, tendo filhos mais tarde, e precisamos viver por mais tempo também. E o cuidado com a saúde faz toda diferença nesse cálculo.

Eu mesma, me sinto muito bem por estar fazendo corrida, cuidando da minha alimentação e saúde. Porém, como tudo que é exagerado me incomoda (meus leitores sabem disso, falo incansavelmente que tudo na vida tem que ter equilíbrio) o exagero da onda fitness me incomoda também. É importante demais estarmos bem e nos sentirmos bem com nosso corpo. Isso deve ser o que nos leva a praticar exercícios e comer corretamente. Por outro lado, eu torço muito o nariz para a tal da obsessão com o percentual de gordura ideal do corpo, a quantidade de massa magra, os procedimentos estéticos exagerados e outras coisas do gênero.

Na minha opinião, não tem segredo – o ideal é estar bem de saúde, feliz com seu corpo, comer coisas saudáveis, mas se permitir ter o prazer de comer aquilo que você gosta também. Descobrir alguma atividade física prazerosa é a melhor opção para manter um ritmo saudável sem tantas neuras com números, percentuais e balanças. Vamos ser felizes e saudáveis, né pessoal? Com equilíbrio. : )

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Fotos: Reprodução

Mitos e verdades na nutrição

por Aline Resende

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Estamos vivendo uma época de loucura fitness. Acho que a maromba nunca esteve tão na moda. Os perfis com o combo treinos + dieta  nas redes sociais há tempos estão ditando regras e eu vejo os dois lados dessa febre. O lado negativo é que temos que tomar cuidado com o exagero. Acredito no equilíbrio em todas as áreas, por isso, essa ideia de que devemos ter um corpo escultural pode nos tirar a liberdade e nos aprisionar a um ideal que está exageradamente ligado à vaidade e aparência e pior que isso, a gente acaba se tornando escravo de um padrão e o mundo é feito de diversidade. Ainda bem! Mas, acredito muito na importância de nos preocuparmos com a saúde do nosso corpo e de nos sentirmos bem com nós mesmos. Esse é o lado bom desse estouro fitness. A gente acaba tendo mais acesso à informações sobre nutrição e cuidado com o corpo.

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O problema é que, nessa era digital onde as informações circulam com uma imensa facilidade, é preciso ter cuidado com que se ouve e lê. Quantos truques, receitas e dicas já estouraram por aí e influenciaram milhares de pessoas, hein? Por isso, fiz algumas perguntas para a nutricionista funcional Tânia Monteiro para que ela nos esclarecesse sobre a veracidade de tópicos populares no mundo fitness.

1- óleo de coco emagrece? 

Vários estudos apontam que o óleo de coco, principalmente o extra virgem, favorece o emagrecimento pela presença de TCM (triglicerídeos de cadeia média), que apresentam atividade antioxidante e anti-inflamatória. O óleo de coco promove maior oxidação das gorduras, processo que causa sua quebra. Quando a gordura é quebrada no tecido adiposo, ela é usada em forma de energia, ou seja, não fica acumulada no organismo na forma dos famigerados pneuzinhos. Mas os pesquisadores ainda não conseguiram descobrir o mecanismo responsável por essa alteração. Portanto, o consumo de óleo de coco não deve ser feito sem orientação de um profissional de nutrição.

 2- Pode-se usar Whey sem restrições?

O Whey Protein estimula o metabolismo, o que acelera a queima calórica e evita a perda de massa magra. O pó extraído do soro do leite é rico em proteína e por isso sua digestão é mais lenta, adiando a vontade de comer. Algumas pessoas podem apresentar reações alérgicas à caseína, Beta-lactoglobulina e alfa-lactoalbumina e precisam ser monitoradas mais detalhadamente. Também  é contraindicado em casos em que a ingestão de proteínas é restrita, como em algumas doenças renais e hepáticas e intolerância alimentar. O melhor a se fazer é ir a um profissional da saúde, como um nutricionista, para saber qual o melhor suplemento para o seu organismo para não haver qualquer problema posteriormente.

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 3- O ideal é comer de 3 em 3 horas?

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há evidências científicas de que esse procedimento diminua o risco de engordar. O segredo não está no intervalo entre uma refeição e outra, mas nas calorias daquilo que se come. De nada adianta comer a cada 3 horas se a escolha dos alimentos for equivocada. Fracionar as refeições e comer porções menores pode dar certo, sim, mas tudo depende do indivíduo e das decisões que ele toma. Bioquimicamente falando, muitos autores afirmam que manter a regularidade no horário das refeições, fracionando a alimentação é possível evitar que o organismo armazene energia em forma de gorduras.

 4- Todo mundo deveria parar de consumir alimentos com glúten e lactose?

Não. Cada caso é um caso. O importante é entender os casos bioquimicamente, e não seguir modismos. Pessoas que apresentam problemas com leite e derivados ou ao glúten costumam apresentar sintomas desagradáveis todas as vezes que consome tais como: muitos gases, cólicas, e outros sintomas típicos de má digestão da lactose ou do glúten. Antes de se fazer a restrição é preciso primeiro, melhorar a saúde intestinal. O repovoamento com bactérias acido lácticas no intestino, podem fazer regressão dos sintomas permitindo que volte a digerir a lactose. O profissional de nutrição com especialidade em nutrição funcional pode auxiliar essas pessoas adequadamente.

 4- Chá verde emagrece?

Estudos científicos apontam que o chá verde ajuda a diminuir a gordura corporal. Isso porque uma catequina chamada epigalocatequina galato (EGCG) incentiva as enzimas a quebrar as gorduras, assim, o organismo passa a utilizá-las de maneira mais eficaz, o que ajuda a emagrecer. Originado de uma planta chamada Camellia sinensis, esse chá traz inúmeros benefícios para a saúde, já que é rico em substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias contribuindo para diminuir os riscos do surgimento de doenças como hipertensão e diabetes.

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 5- Comer carboidrato à noite aumenta peso?

Não é um simples mito. Tanto quanto dificultar o controle do peso, o hábito pode levar, com o tempo, a problemas de saúde. Na verdade, abdicar de carboidratos à noite para perder peso pode de fato dar resultado. Os carboidratos aumentam os níveis de açúcar no sangue promovendo a liberação de insulina produzida pelo próprio corpo. Dessa forma, o açúcar chega às células através do sangue. Nesse sentido, a insulina promove a formação de gordura, principalmente gordura abdominal, e inibe sua eliminação.

Somos primatas e é da nossa natureza gastar o que consumimos durante o dia e à noite nos recolher. O ideal é comer alimentos com carboidratos no máximo até duas ou três horas antes de ir para a cama. Ou seja, se você dormir às 22h, faça a refeição pelo menos até as 20h.   O lema é: carboidratos de manhã, alimentação mista no almoço e rica em proteínas à noite.

 6-  Comer doce com estômago vazio é pior? Ou é melhor comer após a refeição, como sobremesa?

Sim. Quando o doce entra sozinho no organismo, um monte de glicose vai para o sangue de uma só vez, disparando o gatilho da insulina, que faz o nível de açúcar do sangue baixar rapidamente. O resultado disso é mais e mais vontade de comer doce e aí já viu… Após as refeições, a absorção do açúcar presente no doce será mais lenta, porque ele estará misturado a outros alimentos que você ingeriu. As gorduras, fibras e proteínas agirão como uma barreira e vai demorar mais para o açúcar entrar na corrente sanguínea. Além disso, se a pessoa tem tendência à hipoglicemia, poderá manifestar sintomas como tonteira, náusea, vomito e enxaqueca.

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 7- O açúcar mascavo é um boa alternativa para adoçar alimentos ao invés do açúcar tradicional?

O açúcar mascavo é obtido da concentração do caldo de cana ao natural e em sua produção não são utilizados aditivos químicos para clareamento e branqueamento a exemplo do açúcar refinado comum. O mascavo mantém em suas propriedades a presença de proteínas, gordura, cálcio, fósforo, ferro, vitamina B1, B2, niacina, vitamina C, sódio, potássio, magnésio, cobre e zinco, enquanto o açúcar refinado contém 0 (zero) desses nutrientes, e ainda rouba o estoque de minerais do organismo para ser digerido e absorvido.

Do ponto de vista calórico tanto o açúcar mascavo, demerara (orgânico ou não) ou branco são a mesma coisa. Os dois primeiros são menos refinados que o terceiro, mas continuam sendo a versão, ultra concentrada, da glicose/frutose encontrada, naturalmente, na cana de açúcar e o efeito no organismo é absolutamente o mesmo.

 8- Dê uma dica de ouro para os leitores do Casa de Relíquias que desejam perder peso com consciência.

  • Pense antes de comer: Por quê? Para quê?
  • Lembre-se o quanto é saudável ingerir frutas, vegetais, cereais integrais,
  • Coma lentamente, mastigando bem os alimentos.
  • Melhore sua hidratação. Beba um copo de água sempre que urinar.
  • Não omita qualquer refeição.
  • Não faça dos finais de semana uma “farra alimentar”. Todo o seu esforço e empenho realizado durante a semana será jogado fora. O ideal é maneirar na quantidade dos alimentos calóricos que serão consumidos (refrigerantes, pizza, lanches, churrasco, doces, frituras, etc.).
  • Saia do SEDENTARISMO. Pratique atividade física – faz bem pra o corpo, para a alma e para a mente.

 A Tânia Monteiro é nutricionista em Belo Horizonte e especialista em nutrição funcional. Se você deseja tirar mais dúvidas, agendar uma consulta ou marcar uma avaliação mande um email para taniamonteironutri@gmail.com  ou através do número:

(31) 3243 7149  ou (31)9671 9919

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