As 5 melhores referências de moda dos anos 70 e 80

por Aline Resende

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Ok. Vocês gostam de lista, bora fazer lista. Meus leitores é que mandam aqui.

Quem me conhece e me segue no insta (siga me os bons @aline__r) , e principalmente quem vê minhas histórias, sabe que eu sou apaixonada pelos anos 70/80 tanto pelos movimentos de libertação, tropicália, explosão de arte e cultura, quanto pela moda.

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Como vocês já sabem, uma das coisas mais legais da moda é que ela vai e volta e eu adoro quando usamos referências passadas, repaginadas para a atualidade. E eu já frisei diversas vezes por aqui que a moda deve ser algo leve e divertido, uma forma de identificação e comunicação.

Tenho usado bastante referência da moda 70, 80 `s no meu dia a dia e além de ser super lindo, está em alta (porém isso é só um detalhe). Portanto, vamos a lista das 5 melhores things para gente usar:

1- Cabelo volumoso 

Cortes de cabelo anos 70

Item number one da lista e um dos meus queridinhos da vida – cabelo volumoso é sexy e pode ser feito de várias formas. Eu corto o meu bem repicado para dar volume, lavo e deixo secar naturalmente. Dá pra prender de forma que fique mais rebelde e cheio também.

Me permitam colocar minha mamãe aqui nos 70 `s como referência também:

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E eu com a repaginação 70\80 ´s nos dias atuais:

Cabelon

Ok, foto ousada. I know

2- Brincos grandes, coloridos e com formatos geométricos: 

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Madona está aí e não nos deixa mentir. Na minha pesquisa por imagens, só deu ela. Nos anos 80, a febre eram os brincos grandes, em forma geométricas e muitas vezes em acrílico. Referência ótima e super divertida pra gente usar.

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Um dos brincos que tenho em formato de esfera e porcelana pintada:

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E esse é de acrílico, também em forma geométrica e spikes dourados: Banco 2

3- Blue jeans 

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Os jeans tiveram seu estouro e glória nos anos 70\80, mas de cá pra lá, nunca mais saíram dos nossos armários. Naquela época, ele era mais claro e lavado e eram usados de forma bem descolada com cropped e cintura alta para as mulheres, com gel no cabelo e jaquetas de couro pelos homens.

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Eu gosto de usa-los como calça de cintura alta e cinto (super referências 70\80 ´s também) , jaqueta de lavagem clara, saia de cintura alta e botões e claro, batom vermelho.

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4- Legging 

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Essa imagem de Greese é um resumão ótimo de quase todas as referências das quais falo aqui nessa lista – Cintura alta, cabelo volumoso, jeans, jaqueta de couro, gel no cabelo, batom vermelho e – nosso item número quatro – legging!

As leggins da época eram brilhantes e ultra justas quase embaladas a vácuo .

Atualmente, eu adoro usá-las porque elas são versáteis e muito confortáveis. Eu só usa as pretas, minha cor preferida e a qual uso para trabalhar no meu dia a dia como fotógrafa:

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Legging (1)

Legging

Porem, dá pra ousar e usá-las coloridas também, gosto das azuis marinho e vermelhas (ambas com esse brilho anos 70):

legging

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legging

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5- Batom vermelho e Cabelo semi-preso 

O cabelo semi preso com volume + batom vermelho ou em tons de rosa foram muito usados na época:

 

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Eu adoro fazer aquele coque só na metade do cabelo e deixar o restante bem frisado:

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Volume

Bem, amigos da rede globo do Casa de Relíquias, foi esse o apanhado das melhores referências dos nossos queridos anos de explosão da criatividade e divertimento da moda. Espero que tenham gostado da lista e que usem e abusem da mesma.

See you next!

Minas Trend – Verão 2018

por Aline Resende

Na minha última publicação, falei sobre desconectar-se e acho que acabei levando a sério demais. Fiquei vários dias sem postar aqui no CDR, mas, brincadeiras à parte, tivemos esses dias off por motivos de #trabalho. Muito trabalho de fotografia = várias horas de edição.

Entretanto, todavia, mas, porém – eu já estava com os dedinhos coçando para voltar à ativa por aqui.

Tenho muitas matérias para escrever, mas vou começar com o mais recente evento em que estive, e que já tem como tradição nossa cobertura por aqui. 

O Minas Trend aconteceu na semana passada, entre os dias 04 e 07 de abril e apresentou as tendências e criações para o verão 2018. 

Pude ver e fotografar os desfiles das marcas Lucas Magalhães, Bobstore, Unity 7, Manzan e Victordzenk. 

BOBSTORE foi toda black and White e suas variações. Cores clássicas com modelagens modernas e sensuais.  Teve leveza, transparência, estampas gráficas e muita elegância:

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UNITY 7 foi toda em Candy Colors e delicadeza. O corte tinha muito movimento, formas e 3 D: 

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Lucas Magalhães veio recortes modernos, pegada urbana, confortável e cool:

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O desfile da Manzan foi arrebatador do início ao fim. Pedraria, bordados, jeans e brilho, tudo numa cartela linda candy colors e em tons pastel: 

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Pra finalizar, Victordzenk apresentou uma coleção super moderna com pegada militarista e sensual – sim, isso foi possível. Cores vivas, fluorescência, tons neutros, preto e branco, bordados e transparência. Ao final de desfile, Preta Gil surgiu linda com vestido da coleção, cantou, colocou toda a plateia de pé e levantou a bandeira pela democratização da moda, representando a inserção de beleza real e a presença do GG na passarela:

As fotos são registros meus do backstage:

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Fotos: Aline Resende

Desconecte-se!

por Aline Resende

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Eu acordo, ainda com os olhos semi abertos checo a hora no celular. Desbloqueio e verifico as notificações. Whatsapp. Muitas mensagens. Abro e vejo alguma que possa ser mais urgente.  Olho o instagram. Só então me levanto, toma um banho, passeio com meu cachorro, tomo café da manhã, me sento ao computador e vou checar todas as outras redes. Email, facebook, twitter e instagram do CDR.

É bem louco pensar no quanto a tecnologia avançou em poucos anos. Eu tenho apenas 28 anos e vi o computador ser lançado como uma grande novidade, aqueles bem grandes que ficavam amarelados com o tempo e a gente tinha que proteger com capas plásticas. O que tinha de entretenimento era o paintbrush, os joguinhos e a possibilidade de escrever coisas no word. Só depois veio a internet. Discada. E eram horas tentando se conectar. A rede caia. Mas a gente amava aquilo. O wifi veio para democratizar a coisa toda. E aí os iphones e androides finalizaram o acesso irrestrito. Hoje, temos praticamente toda informação e ferramenta para resolver sobre o nosso dia bem no quadradinho em nossas mãos. Lá a gente verifica como está o tempo, olha o caminho que faremos para chegar à qualquer lugar, conversamos com amigos, familiares, clientes, namorados e maridos de qualquer parte do mundo, fazemos transações bancárias, verificamos a classificação do restaurante onde pretendemos almoçar e por aí vai. Quase tudo pode ser resolvido na palma das nossas mãos.

Avançamos? Sim, avançamos. Acredito demais na importância do desenvolvimento da tecnologia como forma de facilitar a nossa vida. Mas claro que existe a contrapartida. Não é novidade dizer que estamos mais próximos virtualmente e mais distantes na vida real. Vivemos mergulhados com as mãos e olhos na tela do celular e estamos nos esquecendo de olhar em volta. Olhar o céu, reparar na lua, observar as pessoas e lugares…

É por isso que eu, como uma pessoa que vive conectada, até mesmo por trabalhar com isso, tenho feito algumas pequenas mudanças para não me tornar escrava da rede. Decidi então, compartilhar aqui coisas que ando fazendo e que tem me ajudo muito:

1- Deixar o celular no silencioso

O meu celular não toca nem vibra. Eu não costumo receber ligações telefonicas porque decido tudo por whatsapp. Escolho alguns momentos do dia para checar a tela, e se tiver alguma ligação, eu retorno.  Caso alguém esteja para me ligar, me avisam por whatsapp e eu fico atenta à tela, ou coloco no alto só até a ligação ser feita. Meu celular vive no silencioso há alguns anos e funciona super pra mim.

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2- Desativar as notificações da tela

Não adianta deixar o celular no silencioso e ter a tela piscando mostrando que chegou mensagem O TEMPO TODO. Vejo muita gente se sentar para conversar com alguém numa mesa, deixa o celular no silencioso, mas a tela fica mostrando que chegaram mensagens. Tanto o dono do celular, quanto o não dono de celular acabam se distraindo e é bem desagradável.

Eu tenho mania de verificar a hora pelo celular e às vezes abro para resolver coisas nas quais não se incluem conversar com alguém. Se tiver na tela, uma parte de uma mensagem ou conversa, a gente acaba ficando curioso, ou se preocupando e acabamos por abrir a mensagem. Por isso, não recebo notificação nenhuma na minha tela. Quando quero verificar as mensagens, eu abro o app para ver. Fazer essa mudança mudou minha vida.

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3- Se não puder responder, não leia.

Tenho que me segurar para não falar sobre esse item com emoção porque tenho PAVOR de gente que lê mensagem com alguma pergunta e não responde. Tremenda falta de educação. Para mim, é como você estar sentada numa mesa com alguém, fazer uma pergunta e a pessoa te ignorar.

- E então, que horas iremos jantar hoje?

(barulhos de grilos)

Por isso, existe, claro, a opção de desabilitar a notificação de leitura. Muita gente não faz isso porque tem curiosidade de ver quando as outras pessoas leram as mensagens delas. Por isso, eu digo, se você não pode responder no momento, não leia. Segure a curiosidade. As leis de boa convivência agradecem. E minha paciência também.

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Estamos esperando até hoje.

 

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4- Quando estiver em eventos, encontros e festas largue o celular.

Eu sou fotógrafa e gosto demais de fotografar tudo à minha volta. Por isso, já me eduquei para pegar o celular e clicar tudo que eu quero e em seguida, guardá-lo na bolsa e curtir o momento sem me lembrar dele.

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5- Olhe em volta, repare nos detalhes, escute a música, veja as pessoas.

Esse último item é um clichê necessário. Gente, fico assustada quando vejo que as pessoas não reparam nos detalhes, não enxergam os outros e não sentem o momento de forma intensa.  A vida é tão cheia de coisas lindas, pelas quais devemos ser gratos. Coisas simples como o céu (não me canso de falar isso porque sou apaixonada por ele) , a lua, o entardecer, os detalhes dos lugares, os sons… Não vamos nos esquecer do que realmente importa.

Use a tecnologia a seu favor, seja grato, tenha sensibilidade e você vai ver que VIVER ainda é a melhor parte da vida.

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Eco sustentabilidade para os Pets

por Aline Resende
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Meu vira lata, Snoopy

Quem me acompanha pelo meu insta pessoal (sigam- me os bons! https://www.instagram.com/aline__r/) sabe que eu sou apaixonada pelo meu cachorro, o Snoopy e também por todos os cachorros do mundo. Aliás, convenhamos, os animais são seres especias demais, dotados de pureza, amor e lealdade. E nos fazem um bem danado!

Então, eu tô feliz da vida por compartilhar com vocês essa notícia em homenagem aos nossos tão amados pets:

 Design funcional e ecossustentável é diferencial de

nova linha de produtos pet

À frente da Eco Mobili Design, a empresária Debora Espírito Santo decidiu surpreender o mercado de design com uma linha inédita de produtos ecossustentáveis para cães e gatos. O projeto teve mentoria da Fundação Dom Cabral e o seu lançamento foi realizado em evento, no dia 04 de março, no Grande Hotel Ronaldo Fraga.

 Para a criação, os jovens designers Guilherme Criscoullo e Pedro de Castro se inspiraram no mascote da marca, o cão Tobias. A coleção foi batizada de “Tobias, o Tal” e possui 12 peças, que vão desde camas portáteis para cães a até acessórios ergonômicos para o passeio aéreo dos gatos.

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Madeira certificada  e de replantio é o principal material usado na criação dos produtos desta linha. As novidades também levam acabamentos à base de água, que permitem a impermeabilização da estrutura, a partir de substâncias que facilitam a higienização. A união entre design e ecossustentabilidade é o grande diferencial da coleção, que apresenta formatos práticos.

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 O comedor que vira uma maleta facilmente transportada, por exemplo, é uma das peças mais inovadoras. O interessante é que ele resolve o problema de esquecimento do recipiente de água ou de ração, quando o dono leva o pet para a casa de um amigo ou para o hotelzinho.

Deita Aki! expandido - Crédito Agência i7

 Outro destaque é a facilidade para o diálogo das peças com a decoração da residência, já que as linhas clássicas da coleção privilegiam o design mais apurado. Os vários acabamentos prometem mudar aquela história da caminha do cachorro que não combina com o estilo de nenhum dos ambientes da casa.

Deita na caminha! - Crédito Pedro Zorzall 2

MeditaCÃO - Crédito Crédito Pedro Zorzall (1)

 Vale ressaltar também que, ao preocupar-se com toda a cadeia de produção que a cerca, a Eco Mobili Design é um exemplo de negócio que atua dentro do conceito mais puro de impacto social positivo. Um bom exemplo disso é que sua fundadora Debora do Espírito Santo abre oportunidades para designers inexperientes terem seu primeiro desafio junto ao mercado. E eles participam de todo o processo, da ideia à execução, inclusive sendo ouvidos nas etapas de divulgação.

 Além disso, qualquer fornecedor passa por análise criteriosa de boas práticas que vão desde o respeito ao meio ambiente até a forma como tratam a equipe.

Outras informações podem ser obtidas por meio do site www.ecomobilidesign.com.br

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08 de março – Dia Internacional da Mulher

por Aline Resende

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8 de Março, Dia internacional da Mulher, data que muitos conhecem mas cujo significado muitos desconhecem.

A data é para ser lembrada como a luta feminina, um marco de conquistas realizadas a duras penas e que tiveram início com movimento feminista há muitos anos atrás: 

“O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.”

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 Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações. 

Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra – em um protesto conhecido como “Pão e Paz” – que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da mulher, apenas em 1921.

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Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o “8 de março” foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

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“O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países”, explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas (Unicamp).”

Os trechos com as informações históricas foram retirados do novaescola.org.br

Agora que a gente já sabe a história por trás do dia 08 de Março, reparem o quanto são recentes essas tão importantes conquistas que hoje já consideramos como básicas para a dignidade feminina:

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O movimento feminista sempre gerou polêmica e incomodo, e hoje essa realidade não é diferente. Mesmo tendo pontos que você pode ser contra ou a favor, eu sempre digo que ,nós mulheres, devemos nos unir e não usar o feminismo para brigar uma com as outras. Pelo contrário, o feminismo deve ser um movimento de libertação e união, de juntar forças para conseguirmos ainda mais direitos e sermos livres para ser a mulher que quisermos. As bases do movimento são de libertação, empoderamento e união.

#NemUmaAmenos

#ARevoluçãoéFeminina

#TheFutureIsFemale